Energia Solar Garante Sustentabilidade e Economia para Habitações Populares

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Sábado, 10 de abril de 2010 às 16:00

Energia solar garante sustentabilidade e economia para habitações populares

Você sabia que em menos de uma hora há energia suficiente para suprir toda a demanda que a população mundial utiliza em um ano? Que a energia solar é uma forma gratuita, não poluente e limpa? Em sintonia com essas boas práticas, o governo federal vai construir mais 2 milhões de moradias no Brasil com aquecimento por energia solar para famílias de baixa renda, segundo o previsto na segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida.

O investimento será de R$ 278,2 milhões na implantação obrigatória dos equipamentos de energia solar nas residências construídas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste. Nordeste e Norte não integram a política, pois o grande consumidor de energia é justamente o chuveiro elétrico, que é pouco utilizado nessas regiões — e o sistema de aquecimento deve ser instalado onde o banho quente é uma necessidade.

Os equipamentos serão compatíveis com a medição individual de cada casa, que é uma providência para que o morador tenha consciência do quanto está gastando. As placas de aquecimento solar que serão instaladas no telhados das casas têm entre 2 e 3 metros quadrados. O sistema como um todo prevê um coletor solar e um reservatório térmico – onde a água fica aquecida. A manutenção dos equipamentos será feita pelo próprio condomínio.

O aquecimento por energia solar significa uma economia entre 30% e 40% na conta de luz. Atualmente, cada equipamento custa entre R$ 1.800 e R$ 2.000, mas a tendência é que esse custo seja reduzido nos próximos anos. Quanto à produção dos equipamentos, o Brasil consolidará mais um nicho de mercado, com os vários fornecedores que já estão trabalhando no setor.

“Do ponto de vista da sustentabilidade da família, esse equipamento é vantajoso, se paga, e pode significar uma economia para a família que vai contribuir para a sua permanência no imóvel”, enfatiza a secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães.

Segundo a secretária, “além da preocupação ambiental, o sistema é uma das pernas da sustentabilidade socioeconômica, porque as famílias devem ser capazes de permanecer e conservar o bem a que têm acesso”.

O trabalho social, sanitário-ambiental e comunitário, além da geração de renda, são quesitos obrigatórios na segunda fase do Minha Casa Minha Vida, diz Inês Magalhães. “Nós acompanhamos a família por um período, depois que ela vai para a casa nova, para dar suporte”, diz ela, lembrando outro ponto importante na sustentabilidade dessas novas moradias, que é o reuso de água. “Devemos desenvolver projetos nesse sentido”, afirmou.

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Comentário:

Muito boa essa iniciativa. Cada vez o programa Minha Casa, Minha Vida (em especial nessa segunda fase) parece melhor.

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